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Equipe top Clínica Emagrecimento Dr Henri

setembro 22, 2017

IMG-20170922-WA0030.jpgContar com uma equipe desta é fruto de 27 anos de dedicação amor e carinho ao doente obeso. Com muito orgulho apresento minha equipe que todo dia proporciona a você emagrecimento saudavel e com atenção 24 horas.

Em sentido horário:

Dr Henri e esposa – diretor clínico geral

Cleci Zilli Vivian e esposo -Criciuma e região

Solange Vieira e esposo – Rio Grande do Sul

Luciana Aguiar Corrêa e esposo – Florianópolis e região

Morgana Julião e esposo – Tubarão e região

 

 

 

 

 

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Pesquisas Dr Henri Bischoff estão sendo utilizadas para elaboração dos Direitos Fundamentais do Obeso

setembro 17, 2017

O site jus.com.br publicou uma resolução da ANVISA e citou os trabalhos do Dr Henri Bischoff no tema Obesidade como doença para fundamentar a elaboração dos Direitos Fundamentais do Obeso. Confira o artigo na íntegra :

https://www.google.com.br/amp/s/jus.com.br/amp/artigos/36604/1

 

 

 

Uma breve análise sobre a Resolução da ANVISA de nº 52/2011 que baniu do mercado os medicamentos anorexígenos utilizados como opção no tratamento da obesidade. Traz uma breve explanação acerca dos direitos fundamentais envolvidos.

1. INTRODUÇÃO

No dia 6 de outubro de 2011 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA editou a Resolução de nº 52, que proibiu a fabricação, importação, exportação, distribuição, manipulação, prescrição, dispensação, o aviamento, comércio e uso de medicamentos à base das substâncias anfepramona, femproporex e mazindol.

A norma baseou-se em nota técnica elaborada pela própria ANVISA sobre a eficácia e segurança dos medicamentos inibidores de apetite que, após a realização de estudos, concluiu que esses medicamentos reduzem o peso corporal apenas a curto prazo, não permanecendo o efeito desejado. Além disso, segundo a nota técnica, os medicamentos proibidos trazem mais riscos aos seus usuários do que benefícios, podendo causar doenças como hipertensão, diabetes, depressão, síndrome do pânico e outras diversas enfermidades.

Várias foram as reações da comunidade médica que apresentou opiniões quase unânimes no que se refere à eficácia e à segurança desses medicamentos. Destaca-se a posição da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), para as quais a decisão da ANVISA vai de encontro a toda a literatura médica e estudos práticos sobre o tema, além de extrapolar a competência da Agência Reguladora.

Além do debate médico que circunda a questão, surgiu então um debate jurídico a respeito do poder normativo das agências reguladoras, em especial, no que se refere ao poder da ANVISA de proibir medicamentos, estudo este que é proposto no presente trabalho.

2. A AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA

2.1. HISTÓRICO

Após a promulgação da Constituição Federal de 1988, uma série de ações foi iniciada de modo a implementar os Direitos Sociais ali consagrados, o que resultou, num primeiro momento, na criação do SUS – Sistema Único de Saúde, pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990.

No governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, no entanto, é que o modelo regulador foi plenamente difundido e estabelecido. Inicialmente, foram implementadas as reguladoras de setores monopolísticos, a saber: energia elétrica, telecomunicações e petróleo e gás. Assim, foram criadas a Aneel, a Anatel e a ANP.

Nos anos seguintes, entre 1999 e 2000 os setores sociais voltaram a ganhar prioridade, seguindo-se o que se chamou de regulação social, visando garantir uma melhor prestação do serviço constitucional da saúde ao cidadão. Neste contexto, foram criadas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e a ANS  – Agência Nacional de Saúde Complementar.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA foi instituída Medida Provisória nº 1.791, de 30 de dezembro de 1998, posteriormente convertida na Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999, sob o regime jurídico de autarquia especial vinculada ao Ministério da Saúde, sendo dotada de independência administrativa, estabilidade de seus dirigentes e autonomia financeira.

Até então, a vigilância sanitária no Brasil era coordenada pela Secretaria de Vigilância Sanitária.

A criação da ANVISA ocorreu em um momento de grande instabilidade no setor. No período do governo Itamar Franco, nota-se uma situação de crise na Secretaria, marcada por denúncias de corrupção, ineficiência e ingerência política. Os anos que seguiram não trouxeram mudanças no setor e, quando José Serra assumiu o Ministério da Saúde, em 1998, o contexto era ainda pior, o que apontava para a necessidade de uma mudança radical no setor.

A partir de então iniciou-se toda a articulação para a criação de uma agência autarquia para a vigilância sanitária. Num primeiro momento, pensava-se em instituir uma agência executiva, entretanto, após vários embates políticos chegou-se ao modelo de agência reguladora instituído para a vigilância sanitária.

A ANVISA foi instituída através de Medida Provisória, dada a urgência de uma resposta à sociedade acerca da crise no setor sanitário. A tramitação do processo de criação da ANVISA deu-se de forma rápida, se comparados com os trâmites para criação de outras agências reguladoras. Como dito, a grande crise no setor foi responsável por tamanha rapidez. No entanto, outros fatores colaboraram para que a tramitação fosse célere. Além da crise catalizadora da grande mudança então implementada, houve consenso político acerca da forma de solução do problema apresentado, o que possibilitou que a criação da agência fosse prioridade naquele momento.

2.2. ESFERA DE ATUAÇÃO DA ANVISA

<!– relacionados –>A finalidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária vem estabelecida no art. 6º da Lei instituidora:

Art. 6º  A Agência terá por finalidade institucional promover a proteção da saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados, bem como o controle de portos, aeroportos e de fronteiras.

Por sua vez, as suas atribuições gerais, previstas nos incisos II a VII do art. 2º da Lei abarcam a normatização, controle e fiscalização de substâncias e serviços de interesse para a saúde; além de diversas outras atribuições fiscalizatórias.[i]

A formulação, o acompanhamento e a avaliação da política nacional de vigilância sanitária e das diretrizes gerais do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária é realizada pelo Ministério da Saúde em conjunto com a ANVISA e demais órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, cujas áreas de atuação se relacionem com o sistema.

Visando implementar e executar suas atribuições, segundo o texto legal, cabe à ANVISA ainda uma série de ações que envolvem, primeiramente, a coordenação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

De relevante ao estudo, cabe citar as seguintes atribuições da ANVISA: a realização de estudos e pesquisas no âmbito de suas atribuições; a criação de normas  e padrões sobre limites de contaminantes, resíduos tóxicos, desinfetantes, metais pesados e outros que envolvam risco à saúde; a concessão de registros de produtos, segundo as normas de sua área de atuação; a proibição de fabricação, importação, armazenamento, distribuição e comercialização de produtos e insumos, em caso de violação da legislação pertinente ou de risco iminente à saúde[ii];

O art. 8º  da legislação incumbe ainda à Agência, a regulamentação, controle e fiscalização de produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública. Por sua vez, podem ser objeto de tal controle e fiscalização sanitária:

I – medicamentos de uso humano, suas substâncias ativas e demais insumos, processos e tecnologias;

II – alimentos, inclusive bebidas, águas envasadas, seus insumos, suas embalagens, aditivos alimentares, limites de contaminantes orgânicos, resíduos de agrotóxicos e de medicamentos veterinários;

III – cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes;

IV – saneantes destinados à higienização, desinfecção ou desinfestação em ambientes domiciliares, hospitalares e coletivos;

V – conjuntos, reagentes e insumos destinados a diagnóstico;

VI – equipamentos e materiais médico-hospitalares, odontológicos e hemoterápicos e de diagnóstico laboratorial e por      imagem;

VII – imunobiológicos e suas substâncias ativas, sangue e hemoderivados;

VIII – órgãos, tecidos humanos e veterinários para uso em transplantes ou reconstituições;

IX – radioisótopos para uso diagnóstico in vivo e radiofármacos e produtos radioativos utilizados em diagnóstico e terapia;

X – cigarros, cigarrilhas, charutos e qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco;

XI – quaisquer produtos que envolvam a possibilidade de risco à saúde, obtidos por engenharia genética, por outro procedimento ou ainda submetidos a fontes de radiação.[iii]

Já os serviços a serem fiscalizados são os “voltados para a atenção ambulatorial, seja de rotina ou de emergência, os realizados em regime de internação, os serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, bem como aqueles que impliquem a incorporação de novas tecnologias”. (BRASIL. Op. cit. art. 8º, § 2º)

Submetem-se ao regime de vigilância sanitária as instalações físicas, equipamentos, tecnologias, ambientes e procedimentos envolvidos em todas as fases dos processos de produção dos bens e produtos anteriormente citados, inclusive de seus resíduos.

A Lei prevê ainda a hipótese de regulamentação de outros produtos e serviços de acordo com a conveniência da agência, desde que sejam inerentes ao controle de riscos à saúde da população.

Demais disto, outras ações específicas são previstas na Lei, visando resguardar a saúde da população em ocorrência de situações específicas, como, por exemplo, diante da ocorrência de uma epidemia.

Nota-se de tudo isto, que a ANVISA tem uma atuação bastante abrangente, atuando desde a prevenção de danos e riscos até o efetivo controle sobre tais. Para tanto, atua tanto de maneira pedagógica, quanto repressiva, representando, desta forma, um importante instrumento para consecução dos direitos constitucionais da saúde e do próprio direito à vida.

3. O CONTROLE ESTATAL X DIREITOS DO PACIENTE NO ENFRENTAMENTO DA OBESIDADE

3.1. A OBESIDADE COMO DOENÇA

A Wikipedia define a obesidade como sendo:

uma condição médica na qual se verifica acumulação de tecido adiposo em excesso ao ponto de poder ter impacto negativo na saúde, o que leva à redução da esperança de vida e/ou aumento dos problemas de saúde. Uma pessoa é considerada obesa quando o seu índice de massa corporal (IMC) é superior a 30 kg/m2. Este valor é obtido dividindo o peso da pessoa pelo quadrado da sua altura.[iv]

A obesidade está catalogada no Código Internacional de Doenças (CID 10) com o código E66 e está associada a várias comorbidades como diabetes mellitus tipo 2, hipercolesterolemia, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, apneia do sono, problemas psicossociais, doenças ortopédicas e diversos tipos de câncer.

A doença tem como causa fatores genéticos aliados a fatores comportamentais. Ano após ano são identificados novos genes e regiões cromossômicas associados com a obesidade.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2015 o mundo terá 2,3 bilhões de pessoas com excesso de peso e 700 milhões de obesos, o que indica um aumento de 75% dos casos de obesidade em relação à pesquisa de 2005.

Para H. F. BISCHOFF, a obesidade é uma doença poderosa, e passível apenas de  controle, e não de cura. Para BISCHOFF:

Na verdade, o paciente obeso não tem o conhecimento que o seu comportamento está determinado pela doença.  Aquilo que ele acredita que é seu estilo de vida é repetido pela grande maioria da população obesa. Esse paciente está realizando diariamente o comportamento imposto pela doença compulsiva. Ao aprofundarmo-nos mais nesse determinismo pré-estabelecido constatamos, muitas vezes, que nosso paciente, ao nos pedir ajuda para emagrecer, está pedindo uma ajuda temporária, enquanto suas forças lhe permitem mudar de estilo de vida, até que o processo de recaída mine suas forças e ele passe a abandonar o tratamento paulatinamente.  Parece que a “doença permite” a esse paciente, temporariamente, diminuir seus problemas relacionados à obesidade até que ele possa, novamente, voltar ao seu ato compulsivo de comer sem que isso lhe gere sentimento de culpa.[v]

Após inúmeros estudos, BISCHOFF traça um perfil psicológico que, segundo ele, é encontrado em todos os obesos. Da mesma forma, observa um comportamento compulsivo que se repete diariamente no período que compreende as 16 às 21 horas estritamente no ambiente doméstico. Tal processo compulsivo é marcado por diversos lanches e petiscos que, por sua vez, alimentam ainda mais o comportamento compulsivo.

A obesidade, além de afetar os indivíduos fisicamente, também traz grandes prejuízos psicológicos e sociais.

Isso porque, o descontrole traz uma sensação de frustração e o paciente não se sente motivado para iniciar um tratamento. A baixa autoestima dificulta os relacionamentos sociais e interferem no comportamento sexual.

Finalmente, ressalta-se que a redução de 5% a 10% do peso corporal já é suficiente para reduzir os riscos de aparecimento de doenças associadas à obesidade, dando início a um processo de emagrecimento, que, segundo a unanimidade dos médicos que tratam a doença, deve ser acompanhado por profissionais de diversas áreas do início até o fim, sendo necessário, inclusive, um período próprio de consolidação do novo peso, sob pena de o obeso voltar a engordar, posto que tende a repetir seu comportamento compulsivo indefinidamente.

3.2 TRATAMENTO COM SUBSTÂNCIAS ANOREXÍGENAS  – PRÓS E CONTRAS

Primeiramente, necessário ressaltar que os medicamentos objeto da proibição contida na Resolução nº 52/2011 da ANVISA, a saber: Anfepramona ou dietilpropiona e femproporex são anfetamínicos, isto é, derivam do grupo das anfetaminas, mas não são anfetaminas.

Os medicamentos foram proibidos com base em Nota Técnica emitida pela própria ANVISA, onde, se concluiu pela sua ineficácia e falta de segurança.

Vários pontos da referida nota técnica são questionados pela classe médica, que consideram o documento tendencioso e seletivo, visto que utilizou dados convenientes ao resultado final que se esperava obter, ou seja, de que as substâncias não seriam eficazes.

Segundo o relatório preparado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, verifica-se logo de pronto a distorção de alguns dados informados na nota técnica, dentre eles o uso de anoréticos pelo mundo. Na nota, a ANVISA afirma que os países europeus não utilizam os medicamentos anfepramona, femproporex e mazindol, objeto do estudo, desde 1999 e, nos EUA, os medicamentos nunca foram registrados.

Para a SBEM, tais comentários são superficiais, em se tratando de uma nota técnica e nem de longe dão a dimensão do uso dos anoréticos pelo mundo. A Sociedade rebate esse ponto da nota técnica citando várias fontes de pesquisa, destacando que o consumo permanece nas Américas, especialmente nos EUA e na Argentina, sendo que a droga mais consumida em 2008 foi a fentermina (67%) seguida pelo femproporex (18%). Ressalta ainda que em 2008, os EUA, seguido da Argentina, foi o país com maior consumo per capita dos medicamentos anorexígenos, respondendo por 58% do consumo global. Além disso, o consumo aumentou na África e Oceania em 2008, data do último relatório até então emitido pela Convenção das Nações Unidas.

O relatório continua, argumentando ponto por ponto a Nota ténica da ANVISA, mencionando, em síntese, que as fontes utilizadas nos estudos não são confiáveis, posto que as pesquisas citadas não envolveram o arsenal terapêutico disponível para o tratamento da obesidade, dentre os quais destacam-se os medicamentos responsáveis por contrabalancear alguns dos efeitos colaterais das drogas.

A esse respeito, cita-se Paumgartten (2011), para quem os anorexígenos causam modesta redução do peso corporal, cuja manutenção não subsiste com o final do uso do fármaco. O professor cita ainda os efeitos adversos centrais e cardiovasculares observados com a sibutramina, femproporex, mazindol e anfepramona, que, segundo entende, tornam insustentável a manutenção desses medicamentos no mercado.

De acordo com Mariz (2004), o femproporex, especificamente, causa alterações neurológicas, inclusive comportamentais e cardiovasculares, como arritmia cardíaca e até colapso cardiovascular.

A literatura médica mais frequente aponta unanimemente aos medicamentos femproporex, anfepramona e mazindol, efeitos colaterais como boca seca, euforia, irritabilidade, inquietação, delírios e até mesmo surtos de esquizofrenia paranoide.

Para Alfredo Halpern, fundador da Associação Brasileira para o Estudo de Obesidade (ABESO), e uma das maiores autoridades brasileiras no assunto, os efeitos colaterais são uma possibilidade em qualquer medicação ao passo que, no caso dos anoréticos, os benefícios a eles se sobrepõem.

HALPERN, afirma, em carta enviada à ANVISA em 2010, que:

A obesidade é doença complexa, multifatorial e que a convicção de que só dieta e atividade física podem resolver o problema é inconsistente, não só na minha opinião como na opinião de estudiosos do assunto de nível nacional e internacional.  Neste contexto, boa parte dos pacientes obesos, sobretudo os que têm graves consequência advindas da obesidade (como diabetes, hipertensão, infarto, derrame, câncer, apneia do sono, etc) necessitam de outros recursos, além da tentativa de mudança de estilo de vida, para emagrecer e poder ter melhora destas complicações.[vi]

Rosana Radominski, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia afirma que:

Os pilares do tratamento da obesidade são  adoção de mudanças  de estilo de vida, com orientação dietoterápica e aumento da atividade física. No entanto, apenas 30% a 40% dosobesos conseguem bons resultados com as medidas conservadoras. Precisam de medicamentos. É importante ressaltar que o uso destes fármacos controla a doença, melhora a aderência às medidas comportamentais, mas não cura a obesidade.[vii]

Acerca dos efeitos colaterais, a especialista salienta que:

Não existe droga totalmente segura. O que existe é aquela cujos benefícios são maiores que os riscos.  Eu sou favorável à manutenção dos medicamentos anorexígenos no mercado. O que vai acontecer se aAnvisa suspender estes medicamentos? Haverá uma corrida para o mercado negro, para o uso de substâncias milagrosas e mesmo para o uso de medicações que não tem indicação formal no tratamento da obesidade como o topiramato e a bupropiona. Hoje, já se observa o uso indiscriminado do mais recente lançamento para o tratamento do diabetes tipo 2, o liraglutide, um medicamento injetável, que já está sendo largamente utilizado no tratamento de obesos não obesos.  É um excelente medicamento, mas ainda não está aprovado para o uso em obesos não diabéticos.[viii]

Cita-se ainda o posicionamento do Dr. Amélio de Godoy-Matos, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia:

A proibição dos remédios em nada ajuda a resolver o problema. O tratamento da obesidade sempre será baseado nas mudanças de estilo de vida, principalmente na orientação alimentar. Mas, todos os estudos, com qualquer droga, comparada a dieta e exercícios, mostram que as drogas são superiores a dieta e exercício isoladamente. Nas diretrizes da ABESO, demonstramos claramente que esses são os fatos. Droga segura? As drogas para obesidade são seguras! A dificuldade em reconhecer isso parte de uma tremenda falta de conhecimentos básicos da medicina baseada em evidência. E de uma dose extrema de preconceito. Os remédios em geral trazem riscos à saúde. Os da obesidade não são piores. Quer exemplos? Um anticoncepcional oral aumenta em 250 vezes o risco de uma mulher jovem sofrer um acidente vascular cerebral. Os anti-inflamatórios aumentam em até 3 vezes ( ou risco relativo de 300%) o risco de infarto em pessoas saudáveis e mais ainda naqueles que já têm doença coronariana. A aspirina aumenta o risco de hemorragia digestiva e de sangramento no cérebro. Em estudos nos EUA, mostrou-se que atendimentos em serviços de emergência por eventos associados a drogas tem a digoxina e a warfarina como os primeiros lugares. Mas, drogas como amoxicilina e outros antibióticos estão nos primeiros lugares. Logo, sejamos coerentes,  o médico que prescreve tem de conhecer os riscos dos remédios para emagrecer, mas esses riscos não são maiores do que outros que usamos mesmo sem receita, como acetaminofen.[ix]

O estudo realizado por HALPERN, e publicado no International Journal of Obesity avaliou a eficácia e segurança da dietilpropiona por um ano, com ênfase na segurança cardiovascular e psiquiátrica. Após avaliar a utilização do medicamento dietilpropiona 50 mg (anfepramona) duas vezes ao dia em 69 pacientes obesos por seis meses, seguido de uma fase de extensão de mais seis meses, onde todos os pacientes passaram a receber dietilpropiona numa fase aberta na mesma dose, a conclusão foi a seguinte:

Os pacientes realizaram avaliação bioquímica, eletrocardiograma e ecocardiograma no início do estudo e após seis e 12 meses. A cada três meses os pacientes foram avaliados por psiquiatras experientes que aplicaram as escalas de Hamilton para ansiedade e depressão. Como resultado, observamos que o grupo que recebeu dietilpropiona perdeu uma média de 9,8% do peso corporal vs. 3,2% no grupo placebo (p<0,0001). Ao final de 12 meses, o grupo que recebeu dietilpropiona desde o início do estudo perdeu 10,6% do peso, indicando que a dietilpropiona foi eficaz na perda de peso e manutenção em longo prazo. Não houve diferença no nível de pressão arterial, frequência cardíaca, parâmetros eletrocardiográficos e avaliação psiquiátrica entre os grupos. Boca seca e insônia foram os eventos adversos mais frequentes no grupo ativo, porém sem diferença significativa após três meses de tratamento. Nossos achados reforçam que a dietilpropiona produz perda de peso sustentada e clinicamente significativa e parece ser segura do ponto de vista psiquiátrico e cardiovascular. Entretanto, é importante salientar que a população do estudo tinha baixo risco cardiovascular e era saudável do ponto de vista psiquiátrico. Nosso estudo confirma que o uso ético e criterioso dos anorexígenos, escolhendo o paciente adequado, utilizando doses preconizadas na literatura médica, pode ser seguro e efetivo para o tratamento da obesidade.[x]

A respeito da eficácia das substâncias anorexígenas, GEBRIM e GEBRIM destacam que a obesidade é uma doença crônica (CID – E66) e como tal, é passível de controle e não de cura. O tratamento inclui, além da administração de medicamentos, atividades físicas, acompanhamento nutricional e psicológico, sendo imperativo o auxílio dos medicamentos emagrecedores se constatadas doenças metabólicas associadas ao sobrepeso. Reforçam ainda que:

Voltamos a dizer que a obesidade não tem cura, mesmo com o advento das cirurgias Bariátricas, que quando bem orientadas e executadas, trazem benefícios ao obeso, não curam a obesidade, havendo um alto índice de recidiva da doença. Na realidade há um desconhecimento e abuso de prescrições destes fármacos, somados a uma gama de mitos e associações mirabolantes, com dietas de puro modismo e pouco profissionalismo, ilustrando, assim, a dificuldade do tratamento (sempre dizemos controle, pois inexiste ainda, um tratamento) da obesidade. A prima prova de que tais medicações são eficazes é a de que quando se para de ingeri-las, volta-se a ganhar peso, e a baixa da autoestima, característico sintoma nos obesos, impedem de manterem as outras atividades que os induzam a perda (e manter) seu novo peso.[xi]

GEBRIM E GEBRIM traçam um paralelo entre a obesidade e outras doenças, questionando se poderia um paciente portador de Diabetes Mellitus tipo I (insulino dependente) parar de tomar sua insulina mesmo estando com níveis glicêmicos aceitáveis e hemoglobina sem desequilíbrio recente. A resposta é negativa. Da mesma forma conclui que um paciente com alterações alimentares deve ser tratado com medicamentos e estes não devem ser bruscamente retirados ainda que alcançado o peso desejado.

4. A RESOLUÇÃO Nº 52/2011 E OS DIREITOS FUNDAMENTAIS EM CHOQUE

Os direitos fundamentais possuem significado ímpar na Constituição Federal, onde foram escritos em setenta e sete incisos e dois parágrafos.

Para José Afonso da Silva “a expressão direitos fundamentais do homem são situações jurídicas, objetivas e subjetivas, definidas no direito positivo, em prol da dignidade, igualdade e liberdade da pessoa humana”[xii]

São direitos de aplicação imediata, conforme definido expressamente pela Constituição, em seu art. 5º, § 1º, e possuem as características de: historicidade, inalienabilidade, imprescritibilidade e irrenunciabilidade.

A Constituição Federal agrupa os direitos fundamentais com base no critério de seu conteúdo. Assim, tem-se: 1) direitos individuais (art. 5º); 2) direitos à nacionalidade (art. 12); 3) direitos políticos (arts. 14 a 17); 4) direitos sociais (arts 6º e 193 e ss.); 5) direitos coletivos (art. 5º); e 6) direitos solidários (arts. 3º e 225).

O direito à saúde é um dos direitos sociais e vem disciplinado no art. 196 e seguintes da Constituição Federal. O texto constitucional diz que:

Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Em seguida, no art. 197, a Carta Constitucional define como de relevância pública as ações e serviços de saúde, “cabendo ao Poder Público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.”

Nota-se, pois, a natureza positiva do direito à saúde, sendo o Estado responsável por garantir a implementação desse direito social. A respeito já decidiu o STF:

PACIENTE COM HIV/AIDS – PESSOA DESTITUÍDA DE RECURSOS FINANCEIROS – DIREITO À VIDA E À SAÚDE – FORNECIMENTO GRATUITO DE MEDICAMENTOS – DEVER CONSTITUCIONAL DO PODER PÚBLICO (CF, ARTS. 5º, CAPUT, E 196) – PRECEDENTES (STF) – RECURSO DE AGRAVO IMPROVIDO. O DIREITO À SAÚDE REPRESENTA CONSEQÜÊNCIA CONSTITUCIONAL INDISSOCIÁVEL DO DIREITO À VIDA. – O direito Público subjetivo à saúde representa prerrogativa jurídica indisponível assegurada à generalidade das pessoas pela própria Constituição da República (art. 196). Traduz bem jurídico constitucionalmente tutelado, por cuja integridade deve velar, de maneira responsável, o Poder Público, a quem incumbe formular – e implementar – políticas sociais e econômicas idôneas que visem a garantir, aos cidadãos, inclusive àqueles portadores do vírus HIV, o acesso universal e igualitário à assistência farmacêutica e médico-hospitalar. – O direito à saúde – além de qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas – representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão, em grave comportamento inconstitucional. A INTERPRETAÇÃO DA NORMA PROGRAMÁTICA NÃO PODE TRANSFORMÁ-LA EM PROMESSA CONSTITUCIONAL INCONSEQÜENTE. – O caráter programático da regra inscrita no art. 196 da Carta Política – que tem por destinatários todos os entes políticos que compõem, no plano institucional, a organização federativa do Estado brasileiro – não pode converter-se em promessa constitucional inconseqüente, sob pena de o Poder Público, fraudando justas expectativas nele depositadas pela coletividade, substituir, de maneira ilegítima, o cumprimento de seu impostergável dever, por um gesto irresponsável de infidelidade governamental ao que determina a própria Lei Fundamental do Estado. DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE MEDICAMENTOS A PESSOAS CARENTES. – O reconhecimento judicial da validade jurídica de programas de distribuição gratuita de medicamentos a pessoas carentes, inclusive àquelas portadoras do vírus HIV/AIDS, dá efetividade a preceitos fundamentais da Constituição da República (arts. 5º, caput, e 196) e representa, na concreção do seu alcance, um gesto reverente e solidário de apreço à vida e à saúde das pessoas, especialmente daquelas que nada têm e nada possuem, a não ser a consciência de sua própria humanidade e de sua essencial dignidade. Precedentes do STF.[xiii]

Como visto, o Direito à Saúde é corolário do Direito à Vida e edifica-se mediante uma série de ações positivas do Estado. Contudo, é possível destacar ainda a sua natureza negativa, de onde se extrai a abstenção, pelo Estado e por terceiros, de atos que prejudiquem o direito garantido.

Em choque aos interesses defendidos pela ANVISA, quando da Resolução objeto do presente estudo, cita-se o direito à escolha de tratamento como prerrogativa médica, além do próprio direito à saúde, posto que, conforme afirma a unanimidade de médicos endocrinologistas e nutrólogos, os pacientes antes tratados com femproporex, anfepramona e mazindol ficaram sem opção de tratamento, haja vista não responderem bem à única opção de medicamento que lhes restou, a saber: a sibutramina.

A respeito, Marcio C. Mancini, Membro do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e Presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) afirma que:

Há dezenas de doenças associadas à obesidade. Seria enfadonho enumerá-las. Alguns remédios para hipertensão e diabetes fornecidos gratuitamente representam uma gota d’água no oceano do arsenal de remédios imprescindíveis para as complicações inerentes ao excesso de peso. Além deles, seriam necessários aparelhos para apnéia do sono, próteses ortopédicas, aparelhos de videolaparoscopia, e aumento do número de leitos hospitalares para internação das complicações cardio e cerebrovasculares e dos cânceres associados à obesidade. Problemas psicológicos e sociais vão desde a redução da auto-estima, passam pelo bullying na idade escolar e na idade adulta e culminam no aumento do absenteísmo, caracterizado pelas licenças médicas, pela aposentadoria mais precoce e pelas faltas ao emprego devido à obesidade. Abandonar o tratamento da obesidade, ou restringi-lo às mudanças comportamentais (que os profissionais de saúde já incentivam e promovem) significa assumir a responsabilidade pelas comorbidezes associadas a esta grave doença crônica chamada obesidade. Serão graves as consequências da retirada desses medicamentos para os pacientes que os vêm utilizando com sucesso (os bons respondedores nos estudos clínicos). Mais grave ainda será para a população obesa mais pobre (camada socioeconômica onde a obesidade vem crescendo de forma alarmante), que terá como alternativa para auxílio medicamentoso, apenas um medicamento, o orlistate, com o custo mensal de mais de duzentos reais.[xiv]

Em contrapartida, a ANVISA permanece afirmando que agiu em defesa do interesse comum, visando preservar a saúde da população.

5. CONCLUSÃO

Ao término desta breve análise, conclui-se, primeiramente que os medicamentos derivados das anfetaminas e que foram objeto da proibição contida na Resolução nº 52/2011, da ANVISA, possuem benefícios que superam seus riscos, não havendo, pois, qualquer embasamento técnico capaz de dar suporte à decisão contida na Resolução objeto do estudo.

Os pacientes obesos tratados com as substâncias anorexígenas tiveram uma interrupção brusca em seus tratamentos, não havendo no mercado farmacêutico nenhum medicamento que possa substituir os que foram proibidos com igual eficácia. Verifica-se, pois, juridicamente, uma limitação do Direito à Saúde, garantido constitucionalmente, e que abarca o direito pelo tratamento mais adequado.

Salienta-se que, por tratamento mais adequado, entende-se aquele prescrito por médico especialista de confiança do paciente, após a análise do caso concreto.

Nota-se, pois, um choque de interesses, ainda que fundados no mesmo fato gerador. De um lado, a classe médica segue sustentando que a proibição trazida pela norma objeto do estudo fere o direito à saúde dos pacientes tratados com tais substâncias, o que, como já dito, restou concluído no presente estudo. De outro lado, a ANVISA segue defendendo que a proibição é resultado de uma atuação que visou resguardar exatamente o direito à saúde da população, que, segundo entende, estaria ameaçado pelo uso indiscriminado das substâncias anorexígenas.

É ainda a conclusão no sentido de afirmar que a ANVISA, ao editar a Resolução analisada, extrapolou os limites de seu poder normativo, ao passo que inovou na ordem jurídica, criando restrições a direito fundamental assegurado aos administrados, o que é vedado pelo ordenamento jurídico.

Finalmente, necessário ressaltar o quão prejudicial vem sendo a manutenção, no mundo jurídico,  da norma em estudo, posto que, conforme verificado após o estudo multidisciplinar, a atuação da ANVISA deixou milhões de doentes à mercê do mercado negro para venda de anorexígenos, além do uso de medicamentos off label(criados para tratar outras doenças), e de cirurgias bariátricas, sendo todas estas alternativas capazes de colocar em risco a vida dos doentes. Em contrapartida, aqueles que não se submetem às práticas citadas, veem sua saúde se perder em razão do descontrole da doença, com o surgimento de diversas comorbidades associadas à obesidade.

Felizmente, o poder normativo das agências reguladoras não é ilimitado, podendo ser inclusive objeto de controle por qualquer dos três poderes, o que pode ocorrer ainda neste ano, caso seja aprovado pelo Senado o Decreto Legislativo nº 52/2014, de Autoria do Deputado Federal Beto Albuquerque, que susta a Resolução nº 52/2011, da ANVISA.

[i] BRASIL. Lei n. 9.782, de 26 de janeiro de 1999:

Art. 2º  Compete à União no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária:

[…]

II – definir o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária;

III – normatizar, controlar e fiscalizar produtos, substâncias e serviços de interesse para a saúde;

IV – exercer a vigilância sanitária de portos, aeroportos e fronteiras, podendo essa atribuição ser supletivamente exercida pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios;

V – acompanhar e coordenar as ações estaduais, distrital e municipais de vigilância sanitária;

VI – prestar cooperação técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios;

VII – atuar em circunstâncias especiais de risco à saúde;

[ii] BRASIL. Lei n. 9.782, de 26 de janeiro de 1999. Art. 7º, incisos I, II, IV e XV.

[iii] BRASIL. Op. cit. art. 8º, §1º,  I a XI.

[iv]Dicionário Online. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Obesidade.> Acesso em Jul 2014.

[v] BISCHOFF, Henri. Aspectos Psicológicos  da obesidade. Out 2012. Disponível em <www.henribischoff.com> Acesso em  17 de agosto de 2014.

[vi] HALPERN, Alfredo. Disponível em <http://m.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/878003-em-carta-medico-rebate-argumentos-contra-emagrecedores.html>. Acesso em 13 de julho de 2014.

[vii] RADOMINSKI, Rosana. Disponível em <http://www.endocrino.org.br/anorexigenos-reportagem-o-globo/> Acesso em 13 de julho de 2014.

[viii] RADOMINSKI, Rosana. Disponível emhttp://www.endocrino.org.br/anorexigenos-reportagem-o-globo/>  Acesso em 13 de julho de 2014.

[ix]GODOY-MATOS, Amelio. Disponível em <http://www.endocrino.org.br/anorexigenos-reportagem-o-globo/> Acesso em 13 de julho de 2014.

[x] Cercato C, Roizenblatt VA, Leança CC, Segal A, Lopes Filho AP, Mancini MC, Halpern A. A randomized doubleblind placebo-controlled study of the long-term efficacy and safety of diethylpropion in the treatment of obese subjects. Int J Obes (Lond).2009 Aug; 33(8):857-65. Disponível em <http://www.abeso.org.br/pagina/282/anorexigenos.shtml> Acesso em 19 de agosto de 2014.

[xi] GEBRIM, Victor de Castro. GEBRIM, José Humberto. Proibição dos Emagrecedores. Disponível em <http://www.senado.gov.br/senado/portaldoservidor/jornal/Jornal129/Imagens/Emagrecedores/PROIBI%C3%87%C3%83O%20DOS%20EMAGRECEDORES.pdf> Acesso em 13 de julho de 2014.

[xii] SILVA, José Afonso da. Curso de Direito Constitucional Positivo. 31. Ed. São Paulo: Malheiros, 2008, p. 179.

[xiii] BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Agravo Regimental no Recurso Extraordinário nº 271286, da 2ª Turma. Brasília, DF, 12.09.2000. www.stf.jus.br, 26.08.2014.

[xiv] MANCINI, Marcio C. A visão distorcida e o preconceito em relação a remédios para emagrecer. Disponível em  http://www.abeso.org.br/pdf/Artigo%20-%20Preconceito%20com%20anorexigenos.pdf> Acesso em 19 de agosto de 2014

 

 

 

 

 

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VOCÊ É UM COMPULSIVO PARA COMIDA ?

julho 17, 2017

 

A Compulsão alimentar é um transtorno no qual a pessoa consome uma grande quantidade de comida de uma só vez, mesmo quando não sente fome. A pessoa compulsiva mantém uma relação emocional com a comida, come para diminuir um desconforto emocional e depois se sente culpado por comer demais, gerando assim um círculo vicioso.

 

 

 

 

A Compulsão alimentar tem cura?

 

Quando se fala em tratamento para a compulsão alimentar, assim como para o alcoolismo, o objetivo é o controle do impulso. A pessoa precisa assumir que tem um problema que precisa ser controlado. É possível viver sem o impulso descontrolado por comida.
Muitas vezes a pessoa que sofre com a compulsão por comida fica muito ansiosa com a ideia de emagrecer e acaba por embarcar em dietas muito restritivas, o que acaba agravando o problema, já que a compulsão por comida continua com a pessoa.
Mudanças de hábito são sempre difíceis, algumas pessoas conseguem sozinhas uma vida mais equilibrada, mas é importante procurar ajuda médica caso sinta que é muito difícil se controlar sozinho/a.

 

 

Se você:

●Ingere uma grande quantidade de comida, mesmo quando não tem fome;
● Come até se sentir desconfortável;
● Esconde hábitos alimentares, prefere comer sozinho/a;
● Esconde comida para poder comer bastante depois;
● Está sempre comendo enquanto houver comida disponível;
● Come quando está ansioso/a ou se sente psicologicamente desconfortável;
● Sente mal estar, vergonha ou culpa durante ou depois de um episódio de comilança;
● Evita assuntos relacionados a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;
● Esta descontente com a sua aparência, peso ou autoestima.

Você pode ser um/a compulsivo/a alimentar.

 

 

 

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OS INCRÍVEIS EFEITOS DO IOGURTE KEFIR

julho 15, 2017

Há vários séculos o IOGURTE Kefir vem sendo utilizado pela humanidade.  Diz a lenda que ele não pode ser vendido mas doado. Por isso as indústrias não tem interesse em divulga-lo. Eu mesmo tomava antiacidos para estômago há mais de 10 anos por conta de uma hérnia gástrica. Após ganhar os ” bichinhos” passei a ingerir 1/2 litro de IOGURTE kefir por dia e estou curado. Não gasto mais com medicação antiacida. O mesmo aumenta imunidade, cura diversas doenças, emagrece e cura intestino preso (constipação) . Veja no quadro seus benefícios. Para maiores informações visite http://www.treinonatural.pt/17-vantagens-do-consumo-de-kefir/

 

E também veja receitas em https://br.pinterest.com/explore/receitas-kefir-931644462593/

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EMAGRECIMENTO APÓS OS 40 ANOS

maio 17, 2017

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Emagrecimento saudável para pessoas com mais de 40 anos.  (Autor Julio Neri)

Introdução
Se você tem 40 anos ou mais, com certeza você já chegou àquela fase da vida na qual é necessário tomar certos cuidados com o corpo, principalmente por conta de questões relacionadas à saúde, não é mesmo?
Pois bem! Uma das coisas que mais tem afetado pessoas que estão nesta faixa – etária, é justamente o excesso de peso, que é causado por uma conjunção de fatores: má alimentação, estresse, ansiedade, falta de tempo para se cuidar e, em muitos casos, por pura preguiça.
Portanto, para quem chegou a esta fase tão importante da vida, uma das coisas mais importantes deverá ser procurar cuidar do corpo e buscar meios que permitam conquistar um emagrecimento saudável dentro de um curto espaço de tempo.
Com base nisto, nós convidamos você a ler este artigo que não à toa é chamado de Guia do Emagrecimento, já que traz dicas importantíssimas para nortear o caminho de quem tem 40 anos ou mais e deseja muito emagrecer com saúde para cuidar do corpo.
Neste artigo nós vamos dar dicas importantes e essenciais para quem deseja emagrecer de maneira eficiente e sem agredir a saúde, tratando de pontos fundamentais para o processo, como alimentação, a prática de exercícios físicos, a importância do acompanhamento médico, como é fundamental descansar bem e muitas outras coisas. Vamos ver mais!

Passo a passo
A primeira coisa que uma pessoa que tem 40 anos ou mais precisa entender sobre o emagrecimento e sobre os cuidados com a saúde é que tudo somente será possível se a pessoa seguir um passo a passo.
E este passo a passo converge para uma saúde melhor e para um corpo em boa forma, que é justamente o que muitas pessoas desejam, e por este motivo, será muito importante que a pessoa respeite cada parte do processo.
Cuidar da alimentação será essencial, e nós vamos falar disto em detalhes logo no primeiro tópico deste artigo chamado de Guia do Emagrecimento.
Vamos falar também da importância da prática de exercícios, já que cuidar do corpo e emagrecer sempre passa pela prática esportiva, seja ela qual for, para garantir a queima de calorias e de gorduras.
O acompanhamento médico é fundamental para um emagrecimento saudável, para garantir que a pessoa não faça nada para agredir a sua saúde.
Até mesmo o descanso tem seu papel de fundamental importância dentro deste processo, e você verá quando abordarmos mais sobre o assunto.
Vamos também falar da importância da hidratação dentro deste passo a passo para quem tem 40 anos ou mais e que deseja muito emagrecer e cuidar da própria saúde corporal.

Alimentação

Considerada a fase mais importante de todas dentro deste passo a passo para o emagrecimento e para a melhora da saúde, a alimentação será fundamental para quem deseja emagrecer de maneira decisiva.
A maior parte das pessoas que chega nos 40 anos ou mais com excesso de peso e com problemas de saúde o faz muito por conta de péssimos hábitos alimentares, que foram construídos ao longo de anos de descuidos.
O resultado disto é o excesso de peso, a baixa auto-estima e problemas de saúde, e como conseqüência clara e manifesta disso, muitas destas pessoas acabam tendo de encarar a realidade: precisa emagrecer o quanto antes para cuidar da saúde.
A alimentação é considerada a fase mais importante dentro deste processo, porque corresponde a algo entre 70 e 80% da perda de peso, e só por conta disto, ela já se justifica como sendo a parte mais importante de todo este processo de mudança de estilo de vida.
A alimentação é importante, mas não apenas para o emagrecimento, mas também para a saúde. Ela cria as condições necessárias para que o corpo se mantenha saudável e para que o organismo funcione plenamente.
Por fim, a alimentação é importante porque quando ela é bem regrada, ela é capaz de permitir que uma pessoa consiga dormir bem melhor, e como conseqüência direta disso, tenha energia e disposição para as atividades do dia a dia.
Pois muito importante na hora de mudar seus hábitos alimentares, para proporcionar o emagrecimento, perda de peso e melhora da saúde. Será conhecer quais são alguns alimentos mais indicados para quem deseja emagrecer com qualidade de vida.
Dentro desta lista de alimentos importantes. Não podemos deixar de mencionar as frutas, como a maça, a pêra e a melancia, por exemplo.
A maçã, de acordo com estudos recentes, pode ser um aliado de peso para quem deseja emagrecer com saúde, pois ela proporciona uma sensação de saciedade interessante, diminuindo a fome, além de ter fibras, e de ter grande presença de antioxidantes, que melhora o metabolismo do corpo.
Por sua vez, a pêra não poderá faltar na dieta de quem deseja emagrecer, especialmente pela quantidade de fibras que ela apresenta, principalmente na casca. Ela ajuda o intestino a funcionar melhor e ainda aumenta a saciedade, como a maçã.
A melancia é rica em água, sua composição tem cerca de 90% de água, é extremamente diurética, sendo perfeita para quem deseja eliminar toxinas do corpo, já que ela ajuda na desintoxicação e na eliminação de gorduras.
As amêndoas são ricas em fibras e proteínas. No entanto, seu consumo precisa ser moderado, para que ajude a reduzir o colesterol. Ela também aumenta a saciedade entre outras coisas.
Outro alimento, que é velho conhecido do cardápio do brasileiro médico, o feijão é um aliado para quem deseja emagrecer com saúde, especialmente pela grande quantidade de fibras que apresenta, e também por apresentar capacidade e proporcionar a saciedade prolongada. O ideal é combiná-lo com arroz integral ao invés de arroz comum. É importante salientar que em uma dieta das GAFs essa refeição de feijão com arroz, deve ser ingerida ate às 14hs.
Que tal colocar mais couve-flor na sua dieta? Pois é, ele pode ser um importante aliado para quem deseja emagrecer, especialmente pela forte presença de Vitamina C, alem de ajudar também na redução dos riscos de câncer. Com baixo valor calórico, a couve-flor deve ser consumida, preferencialmente crua, por conta de seus nutrientes.
O alho pode ser um alimento importante para dar sabor aos pratos, mas ele também é fundamental para quem deseja emagrecer com saúde, principalmente porque ele é capaz de reduzir o colesterol, eliminar o excesso de gordura e também de acelerar o metabolismo.
Azeite de oliva é saboroso e deixa a comida muito mais gostosa, não é mesmo? Pois que tal começar a encará-lo também como um alimento que ajuda a emagrecer? Com gordura saudável que é capaz de aumentar a sensação de saciedade e também com ingredientes que são capazes de regular o metabolismo, ele não poderá faltar na sua mesa!
Dentro os peixes, o salmão é o mais indicado, ele é uma fonte formidável das chamadas proteínas magras, que são capazes de aumentar a sensação de saciedade. E ele não ajuda apenas no emagrecimento, já que é rico em ômega 3, ajuda na memória e na diminuição dos níveis de estresse, entre outras coisas.
Brócolis normalmente não é um alimento muito bem visto pelas pessoas, mas o fato é que alem de ser saboroso, ele é muito saudável, e ajuda no emagrecimento, principalmente por ser um vegetal com grandes propriedades diuréticas, alem de agir como uma espécie de laxante natural, ajudando a limpar o organismo de maneira natural.
Com grande presença de antioxidantes em sua composição, a batata doce é a queridinha de quem deseja muito emagrecer rapidamente e com saúde, e ela também ajuda a melhorar o funcionamento do organismo como um todo, especialmente pela sua forte presença de Vitamina C, de ferro, de potássio, de cobre e manganês, entro outros.
Até mesmo o nosso cafezinho do todo dia também pode ajudar no emagrecimento (acredita, isso é verdade), já que ele contém grande quantidade de cafeína, que ajuda acelerar o metabolismo em ate 15%. Com isso tomar pelo menos uma xícara de café por dia pode ajudar na queima de calorias de uma maneira jamais pensada por você.
Uma alimentação saudável ajuda você a eliminar peso e manter uma vida com melhores hábitos. Proporcionando uma mudança na balança bem como no estilo de vida.
Exercícios físicos
Agora que você entendeu a importância da alimentação e como a mudança dos hábitos alimentares pode ser imprescindível para quem deseja emagrecer, cuidar da saúde e melhorar a qualidade de vida chegou à hora de aprofundar no segundo passo deste importante processo.
A prática de exercícios físicos pode ajudar de maneira decisiva na hora de emagrecer, pois auxilia na queima de gorduras e na queima de calorias, além de ser extremamente importante para melhorar o funcionamento do organismo como um todo.
Uma pessoa com 40 anos ou mais que é sedentária costuma ter excesso de peso, além de também ter saúde prejudicada, já que as coisas não funcionam exatamente da maneira que deveriam.
O corpo humano vai mudando ao longo dos anos, e com isto, uma pessoa que não costuma praticar exercícios com freqüência, apresenta problemas de uma maneira geral.
Portanto, todos os especialistas no assunto sempre atestam que praticar exercícios físicos devera ser uma das primeiras coisas que uma pessoa que deseja emagrecer com saúde precisa fazer.
Mas se você é uma pessoa com 40 anos ou mais que nunca praticou exercícios físicos regularmente e que se considera sedentária, você deverá tomar alguns cuidados antes de começar para valer com uma rotina de exercícios físicos.
Primeiro terá que se adequar a sua realidade, procurando começar aos poucos, com exercícios mais leves, para fazer com que seu corpo comece a se adaptar à nova realidade.
Ao invés de partir diretamente para uma corrida, por exemplo, você poderá começar pela caminhada, que é mais leve e agride menos o organismo, e faz com que o corpo deixe de agir como o corpo de uma pessoa sedentária.
Depois de se adaptar a pratica da caminhada regular, você poderá passar para uma corrida, por exemplo, e o mesmo vale para outras práticas de exercícios físicos, comece aos poucos e vá aumentando.
O ideal é procurar se movimentar, e qualquer tipo de pratica esportivo poderão ser úteis, e para uma pessoa com 40 anos ou mais, o mais recomendado de inicio será realmente pegar leve, com exercícios mais leves, para aos poucos intensificar as coisas sem optar por nada muito agressivo.
O pilates pode ser uma boa opção para quem deseja emagrecer com saúde e fortalecer o corpo, já que além de dar flexibilidade, ajuda no fortalecimento muscular e queima gorduras de uma maneira mais que natural.
Além do pilates, a pessoa poderá optar por praticas de exercícios físicos leves, como Yoga, natação, que além de divertidos, ainda ajuda o corpo em diversos outros pontos, fora o emagrecimento.
Se a idéia é emagrecer de maneira divertida, a pessoa poderá buscar alternativas interessantes, como a dança, por exemplo, que ajuda a fortalecer músculos, melhora a circulação, queima calorias e ajuda a eliminar as gorduras localizadas, e tudo com muita alegria e diversão.
No entanto, como dizem os especialistas no assunto, é sempre importante que se procure por profissionais para ajudar na hora da escolha de uma prática esportiva mais adequada, e que se faça acompanhamento especialmente médico.
Este, alias, é um ponto tão importante que receberá atenção mais do que especial no próximo tópico deste artigo, já que não é recomendado que uma pessoa comece uma dieta e inicie uma rotina de exercícios físicos sem antes consultar um médico.

A importância do acompanhamento médico e profissional

Uma das primeiras coisas que uma pessoa precisa entender especialmente quando ela esta na faixa – etária de 40 anos ou mais, é que ela precisa sempre do acompanhamento médico para cuidar de sua saúde.
E este acompanhamento também será importante antes de se iniciar qualquer tipo de mudança nos hábitos alimentares e antes de iniciar qualquer nova rotina que envolva a pratica de exercícios físicos, principalmente se a pessoa for sedentária.
Portanto, antes de qualquer coisa, lembre-se sempre daquela frase batida, mas que é tão verdadeira e que sempre pode trazer coisas boas: consulta o seu medico primeiro.
É muito importante que na hora de iniciar um processo no qual a pessoa deseja emagrecer e também cuidar mais de sua saúde, ela procure pela ajuda de um profissional, para que ele faça o acompanhamento de tudo, dando orientação e tudo mais que seja necessário para o bom andamento das coisas.
O acompanhamento de um profissional devera ser parte integrada deste processo, para garantir sempre os melhores resultados para quem deseja emagrecer e cuidar mais da própria saúde, especialmente quando se tem 40 anos ou mais.
Há duas formas para que isto possa ser feito, o acompanhamento pode ser feito por um profissional pessoalmente, de uma maneira mais convencional, ou também poderá ser feito de uma maneira mais moderna, pela internet, a distância.
A internet realmente chegou ao nosso mundo para trazer uma serie de facilidades e de coisas boas, a capacidade de aproximar pessoas, que nem se conhecem.
Portanto, tudo ficou mais fácil, permite que pessoas que nem se conhecem pessoalmente passam se ajudar, acompanhar o tratamento e o desenvolvimento.
Com base nisto, é possível que o acompanhamento de um profissional possa ser feito a distancia, de modo a garantir os mesmo resultados que seriam entregues caso este acompanhamento fosse feito de maneira física e presente.
Os especialistas dizem que na verdade este acompanhamento profissional, não deverá ficar a cargo de apenas um profissional, mas ele devera ficar a cargo de um corpo de profissionais, já que há muitos especialistas que deverão ser observados e acompanhados atentamente.
A saúde da pessoa devera ser acompanhada e monitorada, e ela deverá ser incentivada e motivada sempre que possível, para não esmorecer durante o processo de emagrecimento, que pode ser penoso para algumas pessoas.
O acompanhamento abrange profissionais como nutricionistas, educadores físicos, médicos e ate mesmo psicólogos.
Com isso, todas as frentes passam a ser contempladas, já que a alimentação, que é um das coisas mais importantes dentro deste processo, é acompanhada pelos profissionais especializados em nutrição.
Ao passo que as questões relacionadas aos exercícios físicos ficam a cargo de profissionais da educação física, permitindo às pessoas iniciarem uma rotina de pratica de exercícios físicos sem quaisquer prejuízos à saúde.
Por fim, até mesmo o componente psicológico ajuda a pessoa enfrentar as mudanças e diversidades, com o mínimo num de pessoas desistentes.
Mudanças de hábitos tão profundas como estas podem afetar a pessoa, abalando as suas estruturas, e ter este tipo de acompanhamento tão completo pode ser fundamental para garantir o sucesso do processo.
O ideal nestas horas é procurar entender que o processo não é voltado apenas para um ou para dois pontos. Ele é um processo abrangente e que pode envolver uma mudança muito mais radical uma mudança de estilo de vida.
Realmente, é o velho estilo de vida deixado de vigorar para que o novo estilo de vida possa entrar em vigor com força total, sendo que este é um estilo voltado muito para questões relacionadas com mais saúde, mais qualidade de vida e com um corpo em forma.
Descansar ajuda a emagrecer mais rápido!
Agora que você já sabe mais sobre a importância da alimentação, dos exercícios físicos e também do acompanhamento de profissionais e também do seu médico, chegou à hora de você conhecer mais um ponto importante desse dentro deste processo.
Uma pessoa que descansa bem, ou seja, que consegue dormir bem é capaz de emagrecer de uma maneira muito mais eficiente do que uma pessoa que não descansa bem e que não consegue dormir direito.
Por mais maluco que possa parecer para maior parte das pessoas, o fato é que dormir bem está intimamente relacionado com o emagrecimento e com uma maior qualidade de vida, e como conseqüência disto, como uma saúde melhor.
Dormir bem é algo importante demais, e especialistas atestam que uma das formas mais terríveis de tortura que há é justamente a privação de sono, já que ela pode causar estresse e uma serie de problemas psicológicos e até mesmo físicos.
A pessoa que não dorme acaba tendo uma alimentação desregrada e acaba tendo menos energia para as tarefas do dia a dia, e com isto, ela se torna mais preguiçosa, e mais sedentária.
O resultado mais evidente ao longo dos anos é um só: uma pessoa acima do peso por conta da falta de uma rotina de exercícios físicos tem a saúde debilitada justamente por conta disto.
A verdade é que dormir bem tem influencia na alimentação e a alimentação pode influenciar o modo como uma pessoa pode dormir, sendo que quando alguém se alimenta de maneira mais equilibrada e regrada, ela acaba dormindo melhor.
Há um circulo presente aqui, onde as duas coisas têm relações intrínsecas e mostram que não é possível fazer com que uma boa alimentação exista se a pessoa não dormir direito, do mesmo modo que não será possível dormir bem se a pessoa não tiver uma alimentação equilibrada e regrada.
Portanto, o resultado será sempre o mesmo, que é o emagrecimento e a boa saúde do corpo e da mente, já que alem de repor as energias, uma boa noite de sono também serve para descansar a mente das pessoas.
Pois dentro desta linha de relação entre dormir bem e se alimentar bem nós podemos encontrar alguns alimentos que podem ajudar de maneira decisiva.
Um destes alimentos é a couve, que alem de ser uma excelente fonte de magnésio, de cálcio e também de Vitamina B, também ajuda a quem deseja relaxar antes de dormir, proporcionando uma boa noite de sono.
Outro alimento importante para quem deseja dormir bem e ainda emagrecer é a aveia, que alem de ajudar no funcionamento do intestino, também possui grande quantidade de melatonina, que é um hormônio que ajuda aumentar a sensação de sono.
O leite, preferencialmente quente, pelo menos meia hora antes de dormir pode ajudar a relaxar, aumentando a sensação de sono e garantindo uma noite de sono tranqüila, especialmente por conta da presença de triptofano, que ajuda neste relaxamento.
Além destes alimentos, também o mel pode ser muito útil para quem deseja dormir melhor, já que ele ajuda a reduzir a produção de orexina no cérebro, principalmente por conta do aumento de açúcar no sangue que ele proporciona.
Portanto, ingerindo estes alimentos antes de dormir, é possível relaxar mais o corpo e a mente, proporcionando as condições necessárias para quem deseja dormir melhor e descansar o corpo para aumentar as chances de emagrecer e para melhorar a saúde também.
Segundo estudos recentes, é mais do que comprovado que a alimentação realmente pode agir de maneira decisiva no que diz respeito ao sono (ou à falta dele), e ter hábitos alimentares mais saudáveis e mais equilibrados pode de fato tornar o sono muito mais tranqüilo e muito mais eficaz no que diz respeito a descansar.
Quem deseja emagrecer e quem deseja melhorar a qualidade da saúde e da vida de uma maneira geral deverá procurar entender que há uma relação importante entre boa alimentação e bom sono, e que uma mente e um corpo que estão descansados possibilitam um emagrecimento de qualidade e uma melhora substancial do quadro de saúde do corpo.

Procurar se hidratar poderá fazer uma grande diferença no processo
Eis que você já chegou aqui, visualizou coisas importantes sobre o processo de emagrecimento, tais como a importância da alimentação da prática de exercícios físicos, do acompanhamento do profissional e de uma boa noite de sono.
Pois chegou, a hora de você entender qual a importância da hidratação dentro deste processo, já que beber água e ingerir outros tipos de líquidos regularmente pode ser algo decisivo para o sucesso deste processo de emagrecimento e de perda de peso.
Tomar bastante água todos os dias pode ser essencial por diversos motivos, já que o nosso corpo é composto pelo menos por 70% de água, e isto explica como se hidratar pode ser importante.
Mas tomar muita água também é bom porque ajuda na eliminação de toxinas e de uma serie de outras coisas que não nos fazem bem, e como isto, o nosso organismo é literalmente limpo pela ingestão de líquidos constante.
Especialistas atestam que é interessante que se beba entre 2 e 3 litros de água por dia, para garantir que sempre haja uma boa hidratação no organismo e para fazer com que nosso corpo seja sempre capaz de eliminar toxinas de uma maneira eficaz.
A água também irá ajudar a eliminar gorduras, e por conta disto, será mais fácil para a pessoa conseguir emagrecer com a ajuda da água que é ingerida de tempos em tempos pelo corpo.
E para quem pratica exercícios físicos, beber água regularmente será fundamental, já que as pessoas precisam repor o que é eliminado pelo organismo por meio do suor, por exemplo, e se reidratar é mais do que essencial para garantir que a pratica de exercícios realmente traga os benefícios esperados, já que do contrario, ela poderá causar problemas ao invés de trazer soluções.
E não apenas para quem deseja emagrecer e cuidar da saúde que beber bastante água durante o dia será bom, já que este hábito também poder ser extremamente positivo para quem deseja cuidar da pele, por exemplo.
Isto mesmo, já que a pele de quem bebe bastante água normalmente é muito mais jovial e hidratada do que a pele de quem não bebe tanta água assim, e isto pode fazer uma diferença considerável para quem deseja apresentar uma aparência mais jovem, principalmente para quem já passou dos 40 anos, não é mesmo?
E além de tomar muita água, regularmente de preferência seguindo o que foi dito anteriormente (de 2 a 3 litros de água por dia), a pessoa também pode procurar se hidratar por meio da ingestão de sucos de frutas, por exemplo.
Alem de serem saudáveis e serem ótimas opções de alimentação, os sucos, principalmente nos dias mais quentes do ano, podem ser excelentes alternativas para quem deseja hidratar.
Outra questão importante relacionada com a ingestão de líquidos de maneira regular tem a ver com aquela sensação de inchaço que acomete especialmente algumas mulheres, principalmente por conta da retenção de líquidos.
Quem bebe muita água e sucos regularmente, normalmente consegue eliminar líquidos de maneira mais rápida e eficiente, e com isto, consegue, entre outras coisas, acabar com esta sensação de inchaço que também nos deixa com a aparência de estarmos acima do peso.
Então se você deseja muito ter mais qualidade de vida, emagrecer, ter mais saúde e uma aparência mais jovial, você precisa começar a tomar mais água todos os dias, para garantir que seu corpo esteja sempre devidamente hidratado.
Conclusão
Portanto, uma das coisas que a pessoa precisa fazer é tomar consciência de que algo não vai bem, para então, somente depois disso, começar a promover as mudanças tão necessárias e que vão fazer toda a diferença no processo.
Emagrecer é uma necessidade, mas o que realmente importa nessas horas é a conseqüência deste emagrecimento, que é uma maior qualidade de vida e uma saúde muito mais forte e muito mais solida.
O processo de emagrecimento é um processo que só vai de fato dar resultados se for encarado como algo que não acontecerá da noite para o dia (leva tempo), e que não poderá ser alcançado sem que um passo a passo seja seguido pela pessoa.
A partir do momento que a pessoa seguir as recomendações, manter o foco e procurar a ajuda necessária, ela terá muito mais chance de conseguir de fato perder peso, emagrecer, ter um corpo mais saudável e viver com muito mais qualidade. Isso é um fato!

Autor:
Julio Neri

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Emagrecimento para Homens!

fevereiro 1, 2017

Emagrecimento para os Homens!

Não é raro que os homens perdem peso mais rapidamente que as mulheres, pois acumulam mais gordura na barriga e não nos quadris o que torna essa gordura mais fácil de eliminar contudo esse acúmulo abdominal é perigoso para saúde do homem podendo causar AVC e infartos.

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Comprovado: ingerir álcool aumenta a fome e o apetite, diz estudo

janeiro 25, 2017

Comprovado: ingerir álcool aumenta a fome e o apetite, diz estudo

Cientistas descobriram que, ao ingerirmos bebidas alcoólicas, instantaneamente, nosso cérebro é alterado para o “modo fome”, o que explica o aumento de apetite.

Após catalogarem resultados de pesquisas em camundongos, cientistas britânicos descobriram que o álcool ativa os sinais cerebrais responsáveis por alertar o corpo de que estamos com fome — os achados foram publicados  no jornal científico Nature Communications.

As conclusões dessa recente pesquisa, que também pode ser aplicada aos seres humanos, provam que o ato de comer mais depois de tomar alguns drinques não está ligado apenas a uma perda da restrição — muito comum em diversas situações em que estamos levemente alcoolizadas; na verdade, o mecanismo é uma resposta neuronal, de acordo com informações do Instituto Francis Crick, em Londres.

Como funcionou o estudo

Os ratinhos foram submetidos, durante três dias, a uma dose de álcool equivalente a uma garrafa e meia de vinho por pessoa. A substância causou maior incidência na atividade dos neurônios AGRP, responsáveis por regular a fome. Resultado: os animais comeram mais do que o normal.

Então, os pesquisadores repetiram a experiência, mas com a ajuda de uma outra substância, bloquearam esses neurônios. Os camundongos não comeram tanto como da primeira vez, o que sugere que os AGRP são capazes de induzir a ingestão do álcool.

Quando os pesquisadores repetiram a experiência, mas bloquearam os neurônios com uma droga, os ratos não comeram tanto. Isso sugere, de acordo com os pesquisadores, que os neurônios são responsáveis pela maior ingestão alimentos após tomarmos álcool.

Por que consumir menos álcool?

A bebida em si também é extremamente calórica. Por exemplo, uma taça de vinho grande e cheia pode conter o mesmo valor calórico que um donut, isto é, 200 calorias.

Denis Burdakov, um dos autores do estudo, afirmou que compreender as alterações que a ingestão de álcool acarreta no nosso corpo pode ajudar a controlar a obesidade. Uma boa notícia para nós, já que mais da metade da população brasileira (51%) apresenta sobrepeso, de acordo com um levantamento do Ministério da Saúde.

Sir Ian Gilmore, professor da associação Alcohol Health Alliance UK, fez um alerta para que as pessoas se conscientizem sobre o impacto que a substância pode ter na alimentação de cada indivíduo e os riscos associados ao seu consumo.

“O álcool é responsável por mais de 60 doenças e aqueles que o consomem colocam-se em risco ainda maior quando o combinam com uma alimentação desregrada e excessiva. Especialmente porque, quando as pessoas bebem, são mais propensas a fazer escolhas alimentares menos saudáveis”, diz Ian. E ele compelta: “Tanto é que o álcool e a obesidade são responsáveis por 90% das mortes relacionadas a problemas no fígado. A substância também é duas vezes mais tóxica para o órgão em pacientes muito obesos.”

De gole em gole

Confira abaixo as calorias de algumas bebidas alcoólicas:

Batida de frutas com leite condensado: 504 cal em 1 copo/200 ml

Cachaça: 115 cal em 1 dose/50 ml

Caipirinha de limão com cachaça e açúcar: 263 cal em 1 copo/200 ml

Caipirinha de limão com cachaça e adoçante: 182 cal em 1 copo/200 ml

Caipirinha de limão com vodca e açúcar: 310 cal em 1 copo/200 ml

Caipirinha de morango com saquê e açúcar: 282 cal em 1 copo/200 ml

Caipirinha de morango com saquê e adoçante: 182 cal em 1 copo/200 ml

Cerveja: 151 cal em 1 lata/350 ml

Cerveja sem álcool: 82 cal em 1 long neck/355 ml

Chope: 180 cal em 1 tulipa/300 ml

Cuba libre: 170 cal em 1 copo/250 ml

Espumante: 110 cal em 1 taça/125 ml

Gim: 60 cal em 1 dose/30 ml

Margarita: 131 cal em 1 copo/150 ml

Mojito: 250 cal em 1 copo/200 ml

Prosecco: 106 cal em 1 taça/125 ml

Rum: 110 cal em 1 dose/50 ml

Spritz: 261 cal em 1 copo/300 ml

Saquê: 50 cal em 1 dose/35 ml

Smirnoff Ice: 240 cal em 1 long neck/275 ml

Tequila: 110 cal em 1 dose/50 ml

Uísque: 120 cal em 1 dose/50 ml

Vinho tinto: 107 cal em 1 taça/125 ml

Vodca: 120 cal em 1 dose/50 ml

Fonte: http://boaforma.abril.com.br/saude/comprovado-ingerir-alcool-aumenta-a-fome-e-o-apetite-diz-estudo/